Por volta de 1878, o Sr. Cirilo Rusca, marceneiro de profissão viu na necessidade de fazer caixões para vender, pois naquele tempo não existia funerária. Quando uma pessoa falecia, comprava-se o caixão e a própria família se encarregava do sepultamento. Em 1896, o Sr. Cirilo teve um filho, chamado Ângelo João Rusca, que cresceu trabalhando junto com seu pai e aprendendo o ofício de sua família. Em 1915, o Sr. Angelo montou a 1ª funerária …